sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Mudei-me

http://opoderdapalavra1024.wordpress.com

terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Clocks

domingo, 23 de Setembro de 2007

A musica do assobio....

Original...gostei

sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Afinal, onde começa o futebol?


Hoje vou deixar um pequeno "artigo", se assim o quissermos chamar, retirado do site do Jornalista Luis Freitas Lobo, "Planeta do Futebol". Interessante na medida em que faz uma analise da forma como é vivido o futebol. De um lado, o adepto ansioso por um golo, por um "bruaaaa", do outro o treinador, que antes de todo quer que a equipa ganhe, que tenha controlo mental das emoções, ou seja, a antitese do adepto. Aqui fica então:

"Afinal, onde começa o futebol?

Na técnica, na táctica ou nas emoções do povo? No fundo, é tudo aquilo. Mas sem táctica, perde a sua essência de jogo colectivo. Fica sem o pensamento.

Afinal, onde começa o futebol? Na técnica, na táctica ou nas emoções do povo? Pode-se responder a esta questão tendo vários pontos de partida. Falamos aqui, repare-se, do futebol de alta competição. Por isso, a reflexão nasce a partir da visão de um grande jogo da Liga inglesa.
Sucedeu-me pensar nisto, quando via, no sábado, o Fulham-Tottenham. Futebol aberto, duas equipas em velocidade, a atacar e o publico nas bancadas em delírio. O Tottenham chega a 2-0. O Fulham reduz, mas os spurs voltam a marcar, 1-3! O jogo cansa até só de ver. Nesta altura, fico ansioso para ver os grandes planos dos treinadores. Martin Jol, a ganhar, e Lawrie Sanchez, a perder, e tentar decifrar a suas ideias nesse momento. O jogo continua igual como o público, o povo, queria que ele fosse. As equipas deixam-se levar pelo ambiente eufórico. Penso então: isto, assim, ainda acaba 1-5 ou…3-3. Acabou 3-3.
Ou seja, em nenhum momento o Tottenham acalmou e geriu a vantagem. Nem mostrou, aliás, intenção de o fazer.
Dirão que isto é que é espectáculo e que assim é que deviam ser todos os jogos. Para o espectador imparcial e romântico, até concordo. Mas, analisando o jogo pelas exigências do futebol de top, onde é obrigatório controlo emocional, tudo aquilo foge de como, em muitas fases dos 90 minutos, o jogo deve ser pensado.
O futebol abriga todos aqueles elementos referidos, mas, no início, sendo um jogo colectivo, a base é a táctica. Pensar o jogo como equipa. A técnica é importante, claro, mas não existe no vazio. Só faz sentido se inserida na ideia táctica colectiva, a essência do jogo de equipa.
A emoção faz parte de todo este processo, mas não pode ser o seu gestor. É fundamental para motivar a equipa, mas, depois, o treinador tem de a filtrar para que se transforme num factor do processo táctico e técnico.
Volto a pensar na questão em outros jogos. Vejo o Milan-Fiorentina e, sem as correrias britânicas, vejo um bom jogo, pensado táctica e tecnicamente. E com emoção. A pensar o jogo, dois médios-centro. E como o futebol, e suas equipas, é diferente quando existem dois bons médios-centro frente-a-frente.
No caso, Pirlo e Liverani. O jogo sai pensado e, com dois grandes treinadores no banco, Ancelotti e Prandelli, sai ao mesmo tempo emocional. Repare-se como o Chelsea sem Lampard, contra o Aston Villa, ficou mais empolgante para o adepto, mas, simultaneamente, menos cerebral para gerir tacticamente o jogo e controlá-lo emocionalmente. Mais perto de o perder, portanto. Como perdeu.
Por tudo isto, a pergunta inicial, que muitos gostam de transformar em debate, faz pouco sentido. O futebol é tudo aquilo. Mas sem táctica, perde a sua essência de jogo colectivo. Fica sem o pensamento."
Luis Freitas Lobo, in Planeta Do Futebol

terça-feira, 11 de Setembro de 2007

Foi assim.....

segunda-feira, 23 de Abril de 2007

Cristiano Ronaldo Rei em Inglaterra



Cristiano Ronaldo foi ontem, dia 22 de Abril, distinguido com o
prémio de Melhor Jogador e Melhor Jogador jovem pelos seus companheiros
daPremier League, numa gala que decorreu em Londres.

Cristiano Ronaldo, que ”está a fazer uma época incrível” como afirmou Sir.Alex Fegunson, torna-se no primeiro jogador desde Andy Gray em 1977 a vencer os dois prémios para que estava nomeado, para além de fazer parte da equipa do ano da Premier League.

«É uma noite especial. É com grande honra que ganho este tipo de troféus na Premier League,
por isso estou muito orgulhoso. Vou continuar a trabalhar para ser
melhor, pois estas votações deram-me ainda mais motivação», afirmou o
número 7 do Manchester durante a cerimónia de entrega dos prémios.

Para o prémio de melhor jogador, o internacional Português deixou para trás Didier Drogba (Chelsea), na segunda posição e o seu companheiro de equipa Paul Scholes, em terceiro. No que toca à distinção para melhor Jovem, Fabregas (Arsenal) arrecadou a segunda posição, enquanto Aaron Lennon (Tottenham) ficou em terceiro.

sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Partido Nacional Renovador apela à expulsão dos Imigrantes


O Partido Nacional Renovador (PNR) “plantou” no Marques do Pombal um “outdoor “ onde se podia ler o seguinte -“Basta de Imigração”/”Nacionalismo é a solução”.
O PNR procura assim mostrar aos portugueses que os imigrantes são uma força negativa para o nosso país e que são (também) responsáveis pela situação em que nos encontramos. Será que isto é verdade? Será que sem imigrantes o nosso país estaria noutra situação?! Bem, a minha resposta é não. Este tipo de campanha é vergonhoso. Será que estes senhores que se auto intitulam de renovadores se esquecem de que grande parte dos portugueses trabalham em empresas estrangeiras. Se os responsáveis destas empresas decidissem “arrumar as malas” e encerrar os postos de trabalho, inúmeros portugueses iriam ficar sem emprego. Qual era a solução que esses senhores iriam encontrar?! Possivelmente iriam para a rua “gritar e agitar bandeirinhas” criticando os estrangeiros, por não se interessarem pelos trabalhadores, procurando apenas lucro. Será também, que os “senhores” do PNR se esqueceram que Portugal é um dos países que mais emigrantes tem espalhados pelo mundo. Portugal é um dos países da União Europeia que apresenta maior taxa de emigração, se o governo de algum dos países onde Portugal tem emigrantes decidisse assumir uma posição semelhante à do PNR, haveriam muitos portugueses que seriam obrigados a regressar a Portugal, quando têm “vida feita” nos locais onde habitam.
Por isso acho que os “senhores renovadores” deveriam pensar melhor a sua ideologia racista, porque apesar de haver problemas na comunidade imigrante no nosso país, Portugal tem muito a ganhar com a imigração e é também um país de emigrantes.